Archive for the 'austrália' Category

Qualquer tipo de trabalho merece respeito

Você já se imaginou trabalhando lavando prato em um restaurante, como ajudante de cozinha? E, além do mais, sonhando em algum dia ser promovido à garçom ou chef?

Para muitos é uma coisa absurda e imposível no Brasil, além de existir ainda o preconceito com quem faz esse tipo de trabalho.

Mas, quando a escolha é outro país, muita gente (como eu) acaba atrás da pia de um restaurante lotado, levando esporro do gerente, tentando dar conta de milhares de pratos e panelas.

Se no Brasil o salário é baixíssimo, no exterior já é o suficiente para pagar as contas e ainda economizar. E conheci muita gente que trabalhou anos como ‘kitchen-hand’ (ou ajudante de cozinha) e nunca não se arrependeu.

Alguns outros têm até vergonha de falar que tiveram um trabalho assim. Mas a grande maioria fala na boa e ainda passa a valorizar quem faz esse tipo de trabalho na volta ao Brasil.

Não só esse tipo trabalho, como também garçom, faxineiro, barman, recolhedor de copos, ajudante de pedreiro, segurança e tantos outros. Eu já passei por alguns destes e hoje sei bem como é dura a vida de quem depende de um trabalho assim para viver.

Eu tive muita sorte (graças também ao meu Pai que insistiu para acabar a faculdade) de encontrar um trabalho na minha área no exterior. Mas, para tantos, não existe escolha.

Basta saber aproveitar e valorizar o dinheiro no bolso no fim do mês. Afinal, existem poucas coisas na vida piores do que ficar desempregado. E qualquer tipo de trabalho merece respeito.

Michel P. Zylberberg
https://rodandopelomundo.wordpress.com

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Rodando pelo mundo da música

Não toco nada bem, mas faço barulho. Não me envergonho de tentar, mas geralmente música está no sangue. No meu não.

Mas para ouvir uma boa música não precisa de nada em especial. E com o tempo fui aprendendo ritmos e gostando dos mais variados tipos de sons.

E resolvi compartilhar com vocês algumas da minhas bandas e artistas favoritos que conheci rodando esse mundo muito louco!

Vou apenas citar rapidamente as mais carimbadas como Bob Marley, Led Zeppelin, Pink Floyd, Jack Johnson e The Doors porque dispensam apresentação.

Das brasucas: Chico Buarque, Natiruts, ‘rock brasília’, MPB em geral. Pagode e samba também, claro.

Partindo para algumas mais desconhecidas, destaque para:

Donavon Frankenreiter: Bicho-grilo californiano, parceiro de Jack Johnson e Ben Harper, sobrenome complicado e música leve, para relaxar a alma. “Eu tenho falado para as pessoas que me perguntam ‘por que você não escreve músicas depressivas?’ Claro, eu tenho dias ruins como todo mundo, mas geralmente, eu me sinto privilegiado. Quando eu pego o meu violão, eu me sinto bem. Isto me faz querer abrir uma garrafa de vinho e fazer a festa, e isso é o que eu gostaria que as pessoas sentissem ao ouvirem a minha música.” (Donavon)

The Beautiful Girls: Ainda no estilo surf music, essa banda australiana traz qualidade em todas as músicas, fazendo um som original e que não canso de ouvir.

Groundation: Outra banda californiana, mas de reggae roots e influenciada pro jazz e dub. Indicada pelo meu amigo Fernando Bittar, não saiu mais do meu toca discos!

Lenine: Osvaldo Lenine Macedo Pimentel, esse recifense está ganhando cada vez mais espaço na música brasileira. Estilo particular, personalidade forte. Não tinha ouvido bem antes, mas fora do Brasil valorizamos muito mais o nosso ‘produto nacional’. Site oficial interessante.

311 (“three eleven”): formada em 1988 em Omaha, Nebraska. Salada músical de qualidade entre rap, hip-hop, rock alternativo, reggae, rapcore, ragga e funk. Destaque para a carro-chefe “Amber”.

Blues Etílicos: 20 anos de estrada 10 CDs lançados fazem dessa a maior banda de blues brasileira! Cantando em inglês ou português, homenagiando Raulzito ou Muddy Waters, é outra banda que está sempre no shuffle.

E para confirmar a minha natureza eclética: “Vocês riem de mim porque sou diferente… eu rio de vocês porque são todos iguais” (Bob Marley)

Espero dicas também! Bom fim de semana galera!!!

Positive vibrations!

Valeu, Michel P. Zylberberg

Trabalhando pesado no exterior! (parte 2)

Antes da segunda parte de ‘trabalhando pesado no exterior’ uma curiosidade:

Antes de começar a trabalhar na Austrália, precisei abrir uma conta no banco. Lá fui eu. Chegando no guichê expliquei o que queria e ela foi me dando a papelada. Meio sem jeito perguntei quando era necessário para abrir a conta. Aliás, o mínimo necessário! E foi o que eu tinha, 10 dólares contados.

Voltando ao post, quando fiquei desempregado (leia a primeira parte aqui) e caí na folia, já tinha conseguido juntar um pouco de dinheiro. Mas não deixava de ser crítica a situação.

Fui para aula e voltei para casa preocupado. Tinha que arrumar emprego! E foi aí que milagrosamente meu celular tocou!

Uma garota que tinha conhecido que trabalhava em um PUB (bar) me perguntava se eu estaria interessado em trabalhar lá porque tinha uma vaga!

Um PUB gigante chamado Steyne, com 5 bares e um restaurante, tudo de frente para belíssima praia de Manly. Não pensei duas vezes. Fui correndo (literalmente) na mesma hora e na sexta já comecei!

É um outro trabalho muito comum para brasileiros, como “glassier” ou catador de copos. Recolher os copos vazios, lavar, limpar copos quebrados, organizar o máximo possível o PUB.

Entrei nos horários de pico, sempre lotados com o verão australiano! Preciosas horas de sexta e sábado a noite que me ajudaram por algumas semanas. Querendo ou não estava entre meus amigos na hora da festa!

Mas precisava renovar o visto e pagar a escola em breve, e a grana não era suficiente. Foi aí que um misto de sorte e competência deu o empurrão que faltava!

Era época de natal e reveillon, como havia trabalhado forte e ganhado confiança, me chamaram para trabalhar todos os dias!

Era perfeito! Trabalhei como nunca, junto com um novo amigo – que depois virou irmão – Mathias e a outra galera irada que trabalhava lá! Malucos Australianos, da Inglaterra, Paquistão, Bangladesh, Nepal e todo tipo imaginável! Figuraças!

Fiz a grana necessária, paguei tudo e garanti mais alguns meses na ilha paradisíaca! Além de ainda tomar umas de graça e jogar uma sinuquinha com a turma sempre depois de fechar o PUB!

Até hoje agradeço a Gabô (que me ligou para trabalhar) pela chance e pela confiança de ter me chamado, mesmo sem me conhecer bem!

Mas ainda teve um outro passo nessa história. Como o Mathias estava aprendendo a trabalhar como Barman, entrei na mesma onda e fui aprendendo também! Outra profissão para meu louco currículo!

Mestres como o Márcio (brasileiro que já estava muito anos por lá) e todo o resto da gringaiada louca! Até hoje não sei se era obrigação ou prazer, porque sempre amei a vida boêmia!

Acabei minha vida de trabalhador na Austrália com grana suficiente para rodar a Ásia com um grande amigo, passar 3 meses na Europa e ainda curtir a minha volta ao Brasil! Not bad!!! CHEERS!!!

Escrito por Michel P. Zylberberg
(https://rodandopelomundo.wordpress.com/
)

> Leia a primeira parte!

Mais dicas sobre viagens e trabalho no exterior em Destaques!

Trabalhando pesado no exterior! (parte 1)

Muito brasileiro quer sair do país com o sonho de trabalhar na área, mas infelizmente não é assim na grande maioria dos casos.

Uma vez tomada a decisão de partir, devemos estar preparados para qualquer tipo de situação!

Citarei um pouco da minha história na Austrália e penso que representa a de muitos brasileiros pelo mundo.

Cheguei com pouca grana, tudo muito caro. Demora muito para acostumar com os preços altos e isso já é um empurrão forte para a procura do emprego!

Até ajeitar os documentos para poder trabalhar e passar a euforia da vida nova já se vai boa parte do dinheiro e a cobrança aumenta.

Contatos aqui, pedidos ali, currículos falsos com anos de experiência lavando prato em “copacabana palaces” da vida. Batendo de porta em porta e levando não para uma profissão nunca antes imaginada no Brasil.

Até que um amigo teu te liga e chama para cobrir a vaga de alguém que não foi trabalhar. Você trabalha duro, lava mais pratos do que nunca na vida e o cara te chama para fazer umas 15h por semana. Uns 10 dólares por hora, já dá para pagar o aluguel.

Tinha uma época que eu trabalhava apenas sábado a noite, com o restaurante lotado e todos meus amigos na farra. Mas o senhor paquistanês que trabalhava dava risada e me dizia: eles estão gastando e a cada prato que você lava é um dólar a mais! E dava risada. Eu também!

No meio tempo tem que se virar para tirar uma grana extra, mesmo que para isto tenha que faltar algumas aulas. São os trabalhos pesados, pagamento mais alto para trabalhos de mais risco e esforço físico.

Trabalhei, entre outras coisas, limpando porão de navio cargueiro e ajudando no corte de árvores (foto). Trabalhos que, como a construção civil, podem chegar até a 200 dólares por dia. Esforço sempre válido!

Mas poucos conseguem trabalhar todos os dias. Além de comprometer os estudos e a presença nas aulas, importante para a renovação do visto.

Depois com mais contatos você arruma mais algumas horas em um outro restaurante, já se preparando para subir na carreira, sonhando em virar garçom e ganhar também as gordas gorjetas!

Eu bem que tentei, mas as mulheres levam vantagem, pegando a grande maioria das vagas. Mesmo com um inglês pior. Compreensível! Mas muitos amigos conseguiram.

Quando o gerente do restaurante disse que não daria certo, foi uma decepção e uma grande lição de vida. Qualquer coisa que queira fazer na vida exige força de vontade, jamais despreze alguém que trabalhe. Todos têm valor!

Até que um dia, trabalhando a tarde em um sabadão de sol rachando, puto e pensando na festa de aniversário incrível que faziam em casa, disse que estava me sentindo mal e larguei eles sem kitchenhand (ajudante de cozinha). Até hoje gostaria de ver o gerente escroto lavando aquela tonelada de pratos!

Não voltei mais, nem para buscar o pagamento da semana (na Austrália geralmente pagam tudo por semana) e nem para trabalhar de novo. Era feliz, como podem ver na foto acima (sou aquele no alto), mas outra vez desempregado.

> leia a segunda parte aqui!

Leia mais sobre viagens e encontre muitas dicas em Destaques

Sydney x Gold Coast

Olá Michel, tenho 34 anos, moro em Sao Paulo, Capital e estou pensando seriamente em março/2008, estar embarcando para Australia / Gold Cost, para trabalhar e estudar (aprender falar ingles). Estou em duvida se devo ir por uma agencia especializada nesse tipo de coisa, ou ir por conta prorpria. Outra duvida é se devo ir realmente para a cidade Gold Cost que tem aproximadamente 400 mil habitantes ou uma cidade como Sydiney que tem 4 milhoes e por isso seria mais facil de arrumar emprego, ou nao tem nada haver.

Grato,

Um abraço e boa sorte no seu casamento, pois o meu tem poucos dias que terminou.

Paulo Marcos.

Olá Paulo!!

Primeiro de tudo, valeu pela mensagem! Respondo rápido e espero como sempre poder ajudar um pouco nessa decisão sempre difícil mas gratificante de se jogar para o mundo. E – como sempre digo – nada melhor do que a Austrália! :D

Então a briga ficaria entre dois gigantes. Mas como teus projetos são estudar e trabalhar, então pesaria mais para o lado de Sydney. Interessante porque ontem mesmo vi uma matéria muito legal que saiu no UOL Viagem sobre essa cidade paradisíaca. Quem quiser conferir é só clicar!

sydney

Seria mais ou menos como ter que escolher entre Maresias e São Paulo para morar, estudando e trabalhando. Se bem que Manly ou Bondi em Sydney são tipo Maresias dentro da grande São Paulo.

Como geralmente os paulistas estão acostumados com um ritmo louco, nada melhor do que outra cidade grande para se sentir em casa.

Quero deixar claro que não conheço bem Gold Coast, mas é com certeza um dos principais pontos turísticos da Austrália.

O que seria interessante é fazer o que muita gente faz quando parte para lá. Chegar em Sydney, fazer um pé-de-meia e depois rodar toda a costa. Aí poderia morar um tempo em Gold também sem problemas.

Não sei como anda teu inglês, mas não vá com a ilusão que se chegar lá sem falar nem “good night” vai logo achar um emprego. Pode dar sorte, mas quanto mais base tiver, melhor! Tente estudar o máximo que puder antes de ir.

Valeu pela força no casamento. Conheci minha mulher lá em Sydney, quem sabe o futuro também não esteja reservando uma gringa no teu caminho!

Mudanças são inevitáveis na vida, importante é que sempre sejam para melhor e a dor fique sempre em segundo plano!

Como já tinha falado antes, a agência com a qual fui para Austrália e te dá um suporte grande por lá também é a Information Brazil. Acho que mudaram de nome agora, mas aí vai o site de novo: http://www.informationbrazil.com.au/

Marca uma reunião na agência deles que eles te explicam tudo na boa:

http://www.informationbrazil.com.au/areas/agencias/sp.htm

Deixando bem claro que não recebo nada pela propaganda, eles nem sabem que cito eles aqui. Falo por experiência própria e pela de muitos amigos que foram por ela também.

Felicidades e muita paz sempre!

Cheers, Michel

Austrália x Irlanda

“ae tudo blz cmg sim!! é o seguinte eu to mto afim de sai do brasil pra ir pra algum pais pra ganha algum dinheiro com a minha namorada!! ta quase tudo certo pra mim ir pra irlanda mas alguns amigos meus estão indo pra australia e fiquei meio assim sera que vale mais a pena irlanda ou a australia então queria sabe o que vc poderia me dizer da australia se da pra ganha uma grana mesmo pq assim quem vai paga minhas coisas é meu pais e vou te que paga ele depois então preciso i pra ganha uma grana mesmo quero estuda 6 meses de ingles né sei la querias sabe sua opnião valeu cara!”

Ae Leo, espero poder ajudar!! Mesmo porque essa se tornou a maior dúvida entre a maioria das pessoas que querem deixar o país para trabalhar e estudar inglês!!

ausxirl Austrália x Irlanda dá uma briga boa, de gigantes eu diria. Claro que os dois têm vários pontos positivos e negativos, então vou dar uma passada por alguns deles…

Eu trabalhei e fiquei bem mais tempo na Austrália, mas viajei pela Irlanda e tenho vários amigos morando e trabalhando por lá.

Como já escrevi muitas vezes no blog, meu favorito sempre será a Austrália. Mas Irlanda é uma opção forte porque é mais perto, bem mais barato e fica na Europa, o que proporciona a chance de conhecer vários países que ficam praticamente vizinhos.

Quando digo bem mais barato, me refiro a passagem, curso e os gastos em geral. Só a passagem para Austrália já pesa bastante no orçamento. Além do que o controle para conseguir o visto é mais forte. Basicamente você tem que demonstrar que tem grana para ir e se virar por lá.

Não lembro ao certo, mas você pode fazer isso usando mais de uma conta. Por exemplo, você pode colocar a conta do teu pai e de um tio. É como uma garantia de que você não está indo desesperado em busca de trabalho.

Para ambos, com o visto de estudante, o permitido é trabalhar 20h por semana. Mas na prática dificilmente é assim.

Pelo que vi na Irlanda, é mais fácil deixar o curso de lado por alguns dias enquanto trabalha, mas não pode abusar. Na Austrália não tem perdão, tem que fazer mais de 80% de presença nas aulas senão dificilmente você irá renovar o visto.

A saída seria encontrar outros cursos mais avançados como business ou personal traineer, onde teria aula a noite e duas vezes por semana por exemplo. Tem que pesquisar bem e vai depender do nível do seu inglês!

Pontos mais contrastantes:

CLIMA:
Austrália é como o sudeste ou sul brasileiro, quase sempre calor e um inverno moderado. Além de um mar maravilhoso.
Irlanda é quase sempre chuvoso, nublado e faz frio de verdade boa parte do ano! Muito mais difícil de se adaptar.

GRANA:

Os gastos com aluguel, comida e despesas em geral acaba sendo parecido.
Vai ser proporcional ao salário e não abusando dá para economizar bem.

TRABALHO:

Ambos precisam de mão de obra mais pesada, então dependendo do nível de inglês se prepare para ficar entre lavar prato, construção civil, garçom, barman ou coisas do gênero.
Mas comparar o salário com o brasileiro não dá. A média seria de R$ 20,00 reais por hora em ambos.

VIAGENS:
Na Austrália dá para conhecer a Nova Zelândia, Ásia (Indonésia, Tailândia…) e claro que a própria Austrália com paraísos por todos os lados.
Irlanda, como falei antes, é Europa… passagens baratas para todos os outros países aproveitando as promoções e pacotes.

FESTAS:
Mesmo indo com a namorada é sempre bom curtir a noite. Mais uma vez são estilos parecidos, com a galera bebendo e se divertindo em pubs. Ambos são bêbados e gente boa! Gostam dos brasileiros e nos recebem bem.
RESUMO:
Acredito que já que o lance é se aventurar, a melhor opção seria e de fazer como muitos brasileiros.
Ir para um desses países, trabalhar forte, conhecer os países em volta e depois passar mais um tempo no outro, conhecendo assim já boa parte do mundo.

Dá para fazer grana. Dá para aproveitar. Mas para pagar teus pais aí você terá que passar pelo menos uns 3 anos e não gastar tanto. Porque é um investimento alto!

Mas eles sabem que o maior investimento é ver o filho aprender inglês e ganhar cultura e amadurecimento.

Já que terá que morar com estranhos, trabalhar pesado sem poder contar com o conforto de casa e a comidinha da mamãe.

Seja qual for tua escolha, desejo que dê tudo certo! E passando pela Suíça dê um toque que quem sabe tomamos uma cerveja por aqui…

Leia mais em Destaques.

Valeu! Michel

Dicas rápidas para quem quer morar fora!

Leiam uma matéria muito boa do UOL sobre trabalhos no exterior:
http://noticias.uol.com.br/educacao/cursosnoexterior/aupair.jhtm

Dicas para intercâmbio pelo mundo (UOL):
http://educacao.uol.com.br/ultnot/2008/02/27/ult105u6265.jhtm

Guia de cursos no exterior, também no UOL:
http://noticias.uol.com.br/educacao/cursosnoexterior/

Confira também em Destaques dicas sobre viagem em geral!

Aqui trecho de uma das reportagens:

Destinos mais procurados por intercambistas
Entre 2005 e 2006, saíram do Brasil para estudar cerca de 85 mil pessoas entre 16 e 30 anos.

Dados do Salão do Estudante apontam que, durante o período, o país que mais recebeu brasileiros foi o Canadá. Um dos motivos que levaram os estudantes a essa preferência é o fato de o dólar canadense ser mais barato do que o americano. O baixo índice de violência e a facilidade de obtenção de visto também estimulam os intercambistas a optar pelo país.

Em segundo lugar na preferência dos brasileiros que querem estudar inglês -ainda de acordo com estatísticas das agências de intercâmbio- vem a Austrália e em terceiro, o Reino Unido, que engloba a Inglaterra e a Escócia.

Os quatro países têm ótima qualidade de vida. No caso da Austrália, para poder trabalhar, é preciso estar inscrito em um curso de 12 meses. Ocupando o quarto lugar do ranking está a terra do Tio Sam, os EUA.

Outros países da Europa também estão de olho nos estudantes estrangeiros. Só no último ano, mais de 1.000 brasileiros foram para a Espanha. Itália e França também são destinos que despertam interesse por cursos como gastronomia, moda e comunicação.

Locais do Salão do Estudante 2008
# São Paulo: 01 e 02 de março
Local: Centro de eventos São Luiz
End: Rua Luiz Coelho, 323 (próx. ao Metrô Consolação)
Horário: 13h às 20h

# Salvador – 05 de março
Local: Fiesta Convention Center (ao lado do Hotel Fiesta)
End: Av. ACM, 711 – Itaigara
Horário: 14h às 20h30

# Rio de Janeiro – 07 de março
Local: Hotel Sofitel
End: Av. Atlântica, 4240 – Copacabana
Horário: 14h às 20h30

# Porto Alegre – 09 de março
Local: Centro de eventos da PUC
End: Av. Ipiranga, 6681 – P. 41
Horário: 14h às 20h30

# Florianópolis – 11 de março
Local: Beira Mar Shopping (Centro de eventos)
End: Rua Bocaiúva, 2468 – Centro
Horário: 14h às 20h30

# Curitiba – 13 de março
Local: Estação Embratel Convention Center
End: Av. 7 de Setembro, 2775
Horário: 14h às 20h30

Como falei, dicas rápidas :D

Se tiver algumas escreve ae!!!

Muita paz pra todo mundo!!!!