Archive for the 'internet' Category

Rapidinhas!

Antes de partir de viagem para Barcelona, resolvi passar com algumas “rapidinhas”!

1. Lutando contra meu computador que trava 300 vezes em 5 minutos, consegui fazer um vídeo da viagem de Mykonos! O post tem sido muito acessado, então quem quiser conferir 6 minutos do resumo do giro pela ilha basta ir no post original: Rodando uma semana por Mykonos – Grécia ou na página de vídeos do blog!

2. Assim que ví na internet o livro ‘Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia’ (Nelson Motta, Editora Objetiva) fiquei desesperado para ler. Alguns dias atrás a minha irmã me trouxe do Brasil e não deu outra. Estou devorando as páginas com a mesma fúria que Tim devorava um ‘sonho’ na padaria! Estou até com pena de ler rápido e acabar, porque vale mesmo a pena! Pelo menos se você tiver um pouco de louco e de músico no sangue.

3. Acabei de ler e fazer as marcações também no guia de Barcelona! Têm muitas dicas legais para o blog quando voltar de viagem e organizar tudo por aqui! Obrigado também à Patricia de Camargo do blog Turomaquia pelas dicas!

4. Registrei o domínio e agora o blog pode ser acessado também pelo endereço: www.rodandopelomundo.com ! Em breve muitas outras novidades!

5. Chega, vou trabalhar um pouco :D

Valeu galera, muita paz e participem sempre!
Michel P. Zylberberg

Festa que não acaba mais!

Aniversário é para ser comemorado, certo? E levei ao pé da letra!

5 dias de festa e curtição! Muitos amigos, bares, lugares, rodadas de cervejas, drinks, comida boa, música, capirinha…

Como a chuva durou todo o fim de semana, o salto de pára-quedas acabou sendo adiado. Mas em breve, assim que tiver um dia livre, vou lá me jogar!

Os planos mudaram um pouco, mas não deixaram de ser irados. Sexta agora estou partindo com a esposa para um fim de semana em Barcelona! PERFEITO!

Meu amigo Romero em Barça!

Um lugar que sempre sonhei conhecer, será minha primeira vez na terra das touradas.

E, como sempre, passarei para postar as aventuras por aqui!

Agora é trabalhar mais 3 dias e depois curtir o belo estresse de viajante!

Obrigado pelos parabéns, pela força e pela visita!

Abraço, beijo e paz!

Michel

Qualquer tipo de trabalho merece respeito

Você já se imaginou trabalhando lavando prato em um restaurante, como ajudante de cozinha? E, além do mais, sonhando em algum dia ser promovido à garçom ou chef?

Para muitos é uma coisa absurda e imposível no Brasil, além de existir ainda o preconceito com quem faz esse tipo de trabalho.

Mas, quando a escolha é outro país, muita gente (como eu) acaba atrás da pia de um restaurante lotado, levando esporro do gerente, tentando dar conta de milhares de pratos e panelas.

Se no Brasil o salário é baixíssimo, no exterior já é o suficiente para pagar as contas e ainda economizar. E conheci muita gente que trabalhou anos como ‘kitchen-hand’ (ou ajudante de cozinha) e nunca não se arrependeu.

Alguns outros têm até vergonha de falar que tiveram um trabalho assim. Mas a grande maioria fala na boa e ainda passa a valorizar quem faz esse tipo de trabalho na volta ao Brasil.

Não só esse tipo trabalho, como também garçom, faxineiro, barman, recolhedor de copos, ajudante de pedreiro, segurança e tantos outros. Eu já passei por alguns destes e hoje sei bem como é dura a vida de quem depende de um trabalho assim para viver.

Eu tive muita sorte (graças também ao meu Pai que insistiu para acabar a faculdade) de encontrar um trabalho na minha área no exterior. Mas, para tantos, não existe escolha.

Basta saber aproveitar e valorizar o dinheiro no bolso no fim do mês. Afinal, existem poucas coisas na vida piores do que ficar desempregado. E qualquer tipo de trabalho merece respeito.

Michel P. Zylberberg
https://rodandopelomundo.wordpress.com

Leia mais sobre trabalho no exterior, viagens e muito mais:
Destaques

Rodando uma semana por Mykonos – Grécia

Mesmo quando comecei a ler sobre Mykonos (Grécia) não poderia imaginar que uma ilhazinha (metade do tamanho da Ilha Grande-RJ) pudesse ser um verdadeiro paraíso para turistas de todas as partes do mundo.

Aeroporto internacional, hotéis de luxo e festas para todos os gostos. Uma mistura de férias familiares com liberdade total para todos os tipos e estilos.

Topless de todos os lados, algumas famílias de nudistas brincando com os filhos em algumas praias e casais gays. Tudo em perfeita sintonia e respeito com as pessoas consideradas ‘normais’.

As construções em pedra, pintadas de branco, com portas e janelas coloridas dão o toque no visual em todas a ilha. Fruto da madeira escarsa, esporádicos terremotos e da falta de dinheiro no passado para construções modernas – acabou virando marca registrada de ilhas gregas como Mykonos.

Mas o branco das casas se mistura às cores do belo mar limpo e transparente e ao céu com raras nuvens. A alegre música grega faz a trilha sonora dos milhares de turistas que circulam pela ilha nas épocas quentes do ano.

Para rodar pela ilha basta uma motinha ou um quadricículo (foi a nossa escolha). Para os mais exigêntes é possível alugar todos os tipos de carros. Mas, mesmo com uma altura máxima por volta de 350m e estradas razoáveis, o acesso à algumas praias é muitas vezes inviável. Aí quem resolve o problema são os barcos-taxi, embarcações de pescadores que se adaptam ao fluxo interminável de turistas cobrando um preço razoável.

A ilha vive basicamente do turismo, e vive bem. Tirando o inverno, a quantidade de dinheiro que circula é incrível, justificando a total segurança. Nem sequer ouvi falar de assaltos ou qualquer coisa do gênero. Rodamos a qualquer hora do dia e da noite sem qualquer tipo de preocupação.

Platys Gialos, Paradaise e Super Paradaise são as principais e mais procuradas praias, sempre com inúmeros iates ancorados e protegidas dos fortes ventos do norte.

Para fugir do sol escaldante no conforto de uma cadeira de sol o preço é meio salgado, mas se comer em um dos restaurantes acaba sendo grátis. O atendimento e o estilo se parecem com o do nordeste brasileiro.

A comida grega é famosa em todo o mundo, de qualidade e saborosa. Mas o cuidado tem que ser tomado quanto ao reaproveitamento de frutos do mar e coisas do gênero que podem não ser tão frescos assim.

A cultura também está fortemente presente na ilha. Museus, muitos belos pontos turísticos (moínhos de vento, little venice, farol, igrejas…), visuais inesquecíveis como um belo pôr-do-sol no mar ou a paz de uma praia deserta.

O centro da ilha é sempre cheio de turistas e têm lojas que vão dos souveniers aos grandes – e caros – negócios do mundo todo. Em meio ao comércio se misturam os restaurantes. Os gregos são sempre receptivos e gentis, quase todos falam inglês ou italiano fluentes.

Alemães, suíços e italianos lideram a lista dos turistas. Mas ví também muitos americanos, canadenses, espanhóis, australianos e – lógico – brasileiros. Todos na mesma sintonia, relaxando na praia ou curtindo nas noitadas que vão até de manhã na piscina ou na beira do mar.

Em casal, solteiro ou com os amigos, Mykonos será sempre uma bela pedida! Quem visita a ilha sabe que irá se surpreender a cada segundo. Seja com a cultura, paisagens, festassurpresas que só um lugar assim pode oferecer.

Curta o vídeo desta viagem:

A V I S O :
Rodando Pelo Mundo
mudou de endereço:

www.rodandopelomundo.com

PAZ!

Texto e fotos por Michel P. Zylberberg para o blog Rodando pelo Mundo

Na Natureza Selvagem

Um grandíssimo amigo que está no Brasil me escreveu falando que assistiu o filme “Na Natureza Selvagem” e pensou pra caralho em mim. Grandes amigos têm saudade, é irmandade.

É conferir para entender o motivo:

A galera toda reunida, se aventurando, na eterna busca pela felicidade. Ou sozinho rodando pelo mundo. Importante é curtir e sonhar sempre!

Aliás, hoje sonhei que tomava umas com Tom Jobim e o Vinicius… sonho louco? Prazer, louco é meu sobrenome!

Abração e muita paz galera!

Valeu, Michel

Quem precisa de férias?

Nunca trabalhei muito tempo seguido sem ter tirado alguns dias ou semanas de férias. Aliás, nunca trabalhei tanto tempo seguido.

Apesar de gostar do trabalho e estar conseguindo meu espaço aqui, ficar trancado 8/9 horas por dia dentro de um escritório nunca foi uma idéia inspiradora ou um objetivo de vida.

Gosto de liberdade, de coisas imprevisíveis e surpresas da vida. Aqui dentro as únicas surpresas são quando o chefe chega pedindo milhões de coisas para fazer ou quando o meu computador resolve tirar férias forçadas – como ontem.

Mas quais são as escolhas? Por que alguns de nós temos essa natureza eternamente insatisfeita? Nunca deixei a palavra rotina entrar no meu cotidiano, mas hoje está escrita na minha testa.

Mas falta pouco, muito pouco – alguns dias! – para as merecidas férias. Espero que para você também!

Grécia e Mikonos me aguardam e irei aproveitar cada segundo para poder recarregar as energias e voltar numa boa.

Porque, depois dessas férias, a contagem regressiva para a próxima recomeçará!

Muita paz e tranqüilidade para todos!

Valeu, Michel

Povo amigável e cultura rica atraem estudantes para Irlanda

Fala galera! Vou fazer uma coisa que não é muito normal no blog, usar texto de um outro site (créditos no fim do post). Mas é devido ao grande número de perguntas sobre a Irlanda, um dos maiores destinos de brasileiros nos últimos anos. Aproveitem e bom fim de semana!

Dificuldades com a imigração para destinos tradicionais, possibilidade do trabalho legal e riqueza da história e cultura do país são alguns dos fatores que explicam o súbito interesse de brasileiros pela tradicional ilha de Eirie, conhecida mundialmente como a República da Irlanda. Com quase cinco milhões de habitantes divididos em variadas pradarias, praias e algumas grandes cidades, a Irlanda atrai cada vez mais estudantes para férias e intercâmbio.

(…) Diferentemente do que se espera, a Irlanda tem duas línguas oficiais: o inglês, fruto da dominação colonial da Inglaterra e o irlandês, língua celta, ainda bastante reverenciada e viva na sociedade local.

(…) Segundo a economista é também pela conseqüência de tristes episódios históricos que o povo irlandês é tão receptivo a estrangeiros. Ela explica que dada a “Grande Fome” e mesmo durante a colonização inglesa, que acabou em 1922, muitos irlandeses foram forçados a imigrar para outras terras. “É um grande prazer para nós recebermos estrangeiros. Eles serão sempre muito bem tratados”, avalia.

Nessa mesma perspectiva, a gerente de produtos da CI Fabiana Fernandes pontua que existem várias oportunidades de trabalho no país. Para estudantes a partir de 16 anos é possível trabalhar até 20 horas semanais. Já para os demais intercambistas, em cursos de línguas e universitários, é só assumir o compromisso de ficar no país por um tempo mínimo de seis meses. “Essa é uma das principais razões pelo aumento significativo da procura, além da maior facilidade de visto e boa receptividade ao estrangeiro”, conta Fabiana.

Tão importante quanto a história do país é sua contínua preservação do patrimônio cultural nacional. De celebridades antigas como os escritores James Joyce, Oscar Wilde, Sammuel Becket e Bernard Shaw até os atuais pop stars como as bandas U2, The Corrs e a cantora Sinead O’Connor, a Irlanda é marcada pela efervescência artística. “Existem inúmeros bares e festivais onde, além da música contemporânea, temos apresentações de canções e danças tradicionais”, orgulha-se Catherine.

(…) E, segundo Catherine não é só nos eventos esportivos que os mesmos rostos aparecem. “Em cidades pequenas todos vão para o mesmo bar e discoteca nos fins de semana. Aos poucos você acaba sempre festejando e se divertindo ao lado das mesmas pessoas. Na Irlanda você está há apenas três pessoas distante do resto da população”, conta. Com cerca de cinco milhões de habitantes, a Irlanda concentra, porém, alta densidade demográfica apenas nos grandes centros urbanos, como a capital Dublin.

“Acho que para o intercambista vale mais a pena ficar em uma cidade pequena, pois Dublin, por exemplo, é assim como outras capitais, uma cidade cosmopolita que pouco retém suas tradições. Nas vilas ou mesmo nas cidades de médio porte, o intercambista pode vivenciar o cotidiano da nossa cultura”, conta Catherine.

Conhecidos pela espontaneidade e um dos povos mais divertidos da Europa, os irlandeses têm fama de fanfarrões. “Mas, é importante lembrar que o adolescente que viaja para lá deve respeitar as normas do consumo de álcool. A maioridade de 18 anos para bebidas alcoólicas é sim fiscalizada e a família e escola do intercambista irão policiá-lo”, conclui Fabiana, lembrando que é até mais seguro para o jovem viver em um país europeu. “No Brasil há muito maior permissividade para o consumo de bebidas na adolescência”, conclui.

Texto: Julia Dietrich, integralmente publicado no site Aprendiz
Fotos: Michel P. Zylberbergrodando pelo mundo

Outro site com muita informação para estudantes: gogobrazil.com

Leia mais sobre a Irlanda no ‘rodando pelo mundo’:
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